Bilionário, bonitão e… pedófilo

Epstein e Trump

A vida de luxo, os crimes e a nebulosa morte do super amigo de Donald Trump

Epstein nos bons tempos de dinheiro e poder

Era uma vez um homem inteligente, bonitão e bom vivant que se aventurou pela mundo dos investimentos e ficou bilionário. Bilionário ao ponto de seu banco de investimentos não aceitar clientes com contas inferiores a 500 milhões de dólares.

O dinheiro levou a amizades com poderosos, entre eles o casal Clinton, com quem dividiu viagens de luxo mas, especialmente, Donald Trump, também bilionário e hoje presidente dos Estados. Com Trump, compartilharam festas, iates e, como disse em outros tempos o próprio Trump, o gosto por mulheres mais jovens.

Trump também disse que seu amigo “era um cara ótimo”. O que Trump não disse sobre o amigo, ou talvez não soubesse, é que ele gostava de mulheres muito jovens, adolescentes, crianças. Que se tornaram adultas, botaram a boca no trombone e acabaram com a boa vida de Jeffrey Epstein.

Em seis de julho, Epstein foi preso pela polícia dos Estados Unidos acusado de tráfico sexual de menores e de conspiração criminosa para traficar menores para explorá-los sexualmente, duas acusações passíveis de punição de até 45 anos de prisão.

Epstein e Trump: o presidente agora tenta se afastar da imagem do amigo morto

Segundo a acusação, ele teria levado menores de idade, algumas delas com apenas 14 anos, para suas residências em Manhattan e em Palm Beach, na Flórida, entre 2002 e 2005, “para participar de atos sexuais com ele, depois dos quais lhes dava centenas de dólares em dinheiro”.

Epstein ficou detido por 40 dias na prisão de segurança máxima MMC de Manhattan, a mesma onde ficou detido o mega-traficante El Chapo Gusman. Em 10 de agosto, a vida do bilionário, bonitão e criminoso chegou ao fim. Ele foi encontrado morto em sua cela, supostamente tendo se suicidado por enforcamento.

Além do rastro de crimes, Epstein deixou uma fortuna avaliada em cinco bilhões de dólares, que inclui uma mega fazenda no Novo México, mansões em Palm Beach e estações de esqui na Europa e uma casa gigantesca em Nova York, onde parte de seus crimes eram cometidos.

Epstein depois da prisão: vergonha e suicídio

As ações civis das vítimas não morrem com o autor dos crimes e resta ainda a esperança de, pelo menos, serem indenizadas pelos abusos que sofreram.

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